segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Jantar de Natal





terça-feira, 7 de dezembro de 2010

PGR disponibiliza página online para denúncias de corrupção e fraude

A Procuradoria-Geral da República já tem no site da Internet uma secção para a denúncia de actos de corrupção e fraudes.

As denúncias, que podem ser feitas sob anonimato, podem incidir sobre as actividades de entidades ou serviços públicos, também do sector privado, do comércio internacional e da actividade desportiva.

Essas denúncias serão tratadas pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal.

As denúncias podem ser registadas no site https://simp.pgr.pt/dciap/denuncias/

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Vencedores do Euromilhões em sociedades arriscam-se a ter de pagar imposto ao Estado

Os 20 madeirenses que recentemente ganharam 50 milhões de euros no Euromilhões arriscam ter de entregar uma parte ao Estado a titulo de imposto, mais exactamente, de IRC. Isto porque os vários 20 madeirenses que recentemente ganharam 50 milhões de euros no Euromilhões arriscam ter de entregar uma parte ao Estado a titulo de imposto, mais exactamente, de IRC. Isto porque os vários apostadores constituíram uma sociedade, ainda que informal, e o Código do IRC prevê a tributação dos prémios ganhos por empresas.

A questão prende-se, desde logo, com o facto de a Santa Casa da Misericórdia apenas considerar titular do prémio a pessoa que tem na sua posse o boletim vencedor. É a este, e apenas a este, que é entregue o cheque do prémio, cabendo-lhe, depois, fazer a respectiva distribuição pelos restantes parceiros. Há “um acordo verbal entre as partes que, no limite, poderá consubstanciar um contrato de sociedade civil (que não tem de assumir forma específica)”, explica Rogério Fernandes Ferreira. “Uma sociedade civil em termos irregulares”, especifica Luís Meneses Leitão,

Os apostadores constituíram uma sociedade, ainda que informal, e o Código do IRC prevê a tributação dos prémios ganhos por empresas.

A questão prende-se, desde logo, com o facto de a Santa Casa da Misericórdia apenas considerar titular do prémio a pessoa que tem na sua posse o boletim vencedor. É a este, e apenas a este, que é entregue o cheque do prémio, cabendo-lhe, depois, fazer a respectiva distribuição pelos restantes parceiros. Há “um acordo verbal entre as partes que, no limite, poderá consubstanciar um contrato de sociedade civil (que não tem de assumir forma específica)”, explica Rogério Fernandes Ferreira. “Uma sociedade civil em termos irregulares”, especifica Luís Meneses Leitão.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

As Manobras de Pinto da Costa

Sinopse

DESMONTANDO UM MITO:
35 ANOS DE GUERRAS, CONTRADIÇÕES, JOGOS DE BASTIDORES E ESTRATÉGIAS SINISTRAS DO PRESIDENTE DO FC PORTO.

Quando, em 1976, Pinto da Costa assumiu o controlo do futebol profissional do FC Porto, poucos poderiam imaginar que estávamos na presença daquele que seria o mais longevo e vencedor dirigente de sempre na história do futebol português. No entanto, esse longo e conquistador percurso não é isento de polémicas e guerras, de estratégias sinistras e mal explicadas, de mentiras, boatos e, por vezes, de violência. E também de erros de avaliação, de flops, de contas mal explicadas e suspeitas de dinheiros desviados, de centenas de jogadores medíocres contratados ao longo dos anos e, acima de tudo, de muita suspeição, que culminou na sua condenação por corrupção.

Ao longo destes 35 anos, Pinto da Costa entrou em guerra com metade de Portugal, processou e foi processado pela outra metade. De jogadores a treinadores, passando por claques, clubes, federações, associações, comentadores, árbitros, bancos, políticos, seleccionadores, televisões, governos, actores, humoristas, juízes, polícias, jornalistas, dirigentes, empresas… Houve pouca gente que tenha escapado a cruzar-se com o presidente do FC Porto nas barras dos tribunais.

Com mestria e algo mais, Pinto da Costa a tudo sobreviveu. Mas para a história, além dos títulos conquistados, fica a mancha da sua condenação, e a consequente suspensão do FC Porto nas provas da UEFA. O bi-Bota de Ouro e actual responsável pelas Relações Externas dos dragões, Fernando Gomes, em Agosto de 1989 e no epicentro de mais uma polémica, disse que "o sr. Pinto da Costa gosta muito de manobras de diversão". Ainda hoje, esta frase não podia ser mais pertinente…

Agora, o jornalista Marco Alves desmonta um mito que já dura há décadas em Portugal, e mostra-nos quem é, verdadeiramente, Jorge Nuno, o homem por trás de Pinto da Costa…

As Manobras de Pinto da Costa de Marco Alves

http://www.wook.pt/ficha/as-manobras-de-pinto-da-costa/a/id/10117164


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Marmelada Branca de Odivelas apresentada oficialmente

A Marmelada Branca de Odivelas foi ontem apresentada oficialmente, na Loja do Munícipe, situada no primeiro andar do Odivelas Parque.

O nome de Marmelada Branca de Odivelas já está registada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

A marmelada é um doce confeccionado em todo o país, no entanto a marmelada branca é um doce exclusivo de Odivelas, tendo sido confeccionado no mosteiro das Bernardas, que sempre guardaram o segredo que lhes permitia obter um doce de cor muito clara, próximo do branco, mas não exactamente branca.

O segredo só foi desvendado depois da morte da última freira, em finais do século XIX, quando faleceu a última freira, porque ela deixou um caderno de receitas escrito pela sua mão a uma sua afilhada, onde além de muitos outros doces deste mosteiro estava escrita a receita da marmelada branca. É um documento que garante a autenticidade da marmelada branca.

Transcrevemos a receita, tal como está manuscrita pela última freira, no seu caderno:

“Marmelada branca - Vão-se esbrugando os marmelos e deitando-os em água fria. Põe-se a ferver em lume brando, estando bem cozidos se passam por peneira. Para 1kg de massa 2kg de açúcar em ponto alto de sorte que deitando uma pinga n´agua coalhe; tira-se o tacho do lume e se lhe deita a massa muito bem desfeita com a colher, torna ao lume até levantar empolas. Tira-se para fora e se bate até esfriar, para se pôr em pratos a secar.”

A marmelada branca não era para barrar pão, mas para se comer como um bolo.

O segredo é simples: escolhiam-se marmelos ainda com a cor verde, descascavam-se e iam-se logo metendo em água fria para não escurecerem.

Texto de Maria Máxima Vaz, recolhido e adaptado de http://odivelas.com/2010/03/21/marmelada-branca-de-odivelas/

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Taylor´s lança vinho do Porto com 155 anos

No próximo mês de Dezembro será apresentando um dos vinhos mais velhos e raros – em quantidades limitadas. Taylor’s SCION é um Vinho do Porto pré-filoxérico produzido em meados do século XIX, que, após 155 anos de envelhecimento em casco, está em perfeitas condições.

O vinho repousava num armazém de uma família do Douro que o mantinha como reserva privada, com a excepção de um casco que dizem ter sido adquirido por Winston Churchill. O enólogo da Taylors, David Guimaraens, provou-o em 2008. No ano seguinte, 2009, o único descendente directo da família morreu sem deixar filhos, tendo os herdeiros decidido vender o vinho. A Taylor’s adquiriu amostras dos dois cascos e constatou que as quinze décadas de envelhecimento em madeira tinham-no concentrado e conferido uma complexidade rara.“A Taylor’s reconheceu de imediato a qualidade absolutamente notável deste vinho e a sua importância histórica, pelo que decidiu não o lotar mas lançá-lo como um vinho de colecção”, explica Adrian Bridge, director-geral da Taylor’s.

“A Taylor’s reconheceu de imediato a qualidade absolutamente notável deste vinho e a sua importância histórica pelo que decidiu não o lotar, mas lançá-lo como um vinho de colecção,” refere Adrian Bridge, director-geral da Taylor’s. “No vinho, como em outros campos de actividade, é uma vantagem reconhecer o sucesso de outros, bem como o é alcançá-lo,” acrescentou.

Tratando-se de uma edição limitada e vendida numa embalagem especial, inspirada numa caixa de instrumentos do século XIX, em que o vinho surge num decanter de cristal e acompanhado de um livro que relata a história do vinho, com desenhos originais da ilustradora Sarah Coleman e capa que ostenta a gravação em ouro da palavra Scion.

Todas as raridades têm um preço… a Taylor’s recomenda um PVP de 2.500€.

Notas de Prova: De cor mogno profundo apresenta uma auréola âmbar pálida com subtis reflexos azeitona. O vinho envolve o nariz com uma sublime e arrebatadora fusão de opulentos e sedutores aromas. Intenso perfume de melaço e figo envolvido por complexas notas de café torrado, folha de charuto, pimenta preta e cedro combinadas num arrebatador mas discreto odor de madeira de carvalho.

Concentrado a uma quinta-essência mágica, o vinho envolve o palato com opulentos e deliciosos sabores, entrelaçados com uma acidez vibrante. Ricos e suaves sabores de uma intensidade surpreendente persistem num fim de boca interminável.

Porquê o nome SCION: A palavra Scion tem dois significados: o descendente ou herdeiro de uma família nobre e garfo de uma planta, especialmente utilizado para a enxertia.