



A Procuradoria-Geral da República já tem no site da Internet uma secção para a denúncia de actos de corrupção e fraudes.
Quando, em 1976, Pinto da Costa assumiu o controlo do futebol profissional do FC Porto, poucos poderiam imaginar que estávamos na presença daquele que seria o mais longevo e vencedor dirigente de sempre na história do futebol português. No entanto, esse longo e conquistador percurso não é isento de polémicas e guerras, de estratégias sinistras e mal explicadas, de mentiras, boatos e, por vezes, de violência. E também de erros de avaliação, de flops, de contas mal explicadas e suspeitas de dinheiros desviados, de centenas de jogadores medíocres contratados ao longo dos anos e, acima de tudo, de muita suspeição, que culminou na sua condenação por corrupção.
A Marmelada Branca de Odivelas foi ontem apresentada oficialmente, na Loja do Munícipe, situada no primeiro andar do Odivelas Parque.
No próximo mês de Dezembro será apresentando um dos vinhos mais velhos e raros – em quantidades limitadas. Taylor’s SCION é um Vinho do Porto pré-filoxérico produzido em meados do século XIX, que, após 155 anos de envelhecimento em casco, está em perfeitas condições.
O vinho repousava num armazém de uma família do Douro que o mantinha como reserva privada, com a excepção de um casco que dizem ter sido adquirido por Winston Churchill. O enólogo da Taylors, David Guimaraens, provou-o em 2008. No ano seguinte, 2009, o único descendente directo da família morreu sem deixar filhos, tendo os herdeiros decidido vender o vinho. A Taylor’s adquiriu amostras dos dois cascos e constatou que as quinze décadas de envelhecimento em madeira tinham-no concentrado e conferido uma complexidade rara.“A Taylor’s reconheceu de imediato a qualidade absolutamente notável deste vinho e a sua importância histórica, pelo que decidiu não o lotar mas lançá-lo como um vinho de colecção”, explica Adrian Bridge, director-geral da Taylor’s.
“A Taylor’s reconheceu de imediato a qualidade absolutamente notável deste vinho e a sua importância histórica pelo que decidiu não o lotar, mas lançá-lo como um vinho de colecção,” refere Adrian Bridge, director-geral da Taylor’s. “No vinho, como em outros campos de actividade, é uma vantagem reconhecer o sucesso de outros, bem como o é alcançá-lo,” acrescentou.
Tratando-se de uma edição limitada e vendida numa embalagem especial, inspirada numa caixa de instrumentos do século XIX, em que o vinho surge num decanter de cristal e acompanhado de um livro que relata a história do vinho, com desenhos originais da ilustradora Sarah Coleman e capa que ostenta a gravação em ouro da palavra Scion.
Todas as raridades têm um preço… a Taylor’s recomenda um PVP de 2.500€.
Notas de Prova: De cor mogno profundo apresenta uma auréola âmbar pálida com subtis reflexos azeitona. O vinho envolve o nariz com uma sublime e arrebatadora fusão de opulentos e sedutores aromas. Intenso perfume de melaço e figo envolvido por complexas notas de café torrado, folha de charuto, pimenta preta e cedro combinadas num arrebatador mas discreto odor de madeira de carvalho.
Concentrado a uma quinta-essência mágica, o vinho envolve o palato com opulentos e deliciosos sabores, entrelaçados com uma acidez vibrante. Ricos e suaves sabores de uma intensidade surpreendente persistem num fim de boca interminável.
Porquê o nome SCION: A palavra Scion tem dois significados: o descendente ou herdeiro de uma família nobre e garfo de uma planta, especialmente utilizado para a enxertia.