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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Circular com carro velho na zona central de Lisboa dá multa de 20€

Nove meses após serem banidos da Avenida da Liberdade e da Baixa de Lisboa, os carros sem catalisador estão a partir de hoje também proibidos de circular nas principais artérias da capital. Quem for apanhado a conduzir um automóvel anterior a 1992 no Eixo Norte/Sul, nas avenidas de Ceuta, das Forças Armadas ou dos Estados Unidos da América (ver mapa) arrisca-se a pagar uma multa de 19,95 euros. Arriscar é o verbo correcto, já que a fiscalização será aleatória e só os automobilistas surpreendidos nas operações STOP da polícia municipal serão forçados a cumprir a lei.

Circular na Avenida da Liberdade e na Baixa é interdito desde de Julho de 2011 aos carros sem catalisador (anterior a 1992), mas a partir de hoje, a proibição estende-se igualmente aos automóveis com 16 anos. A circulação só será possível a veículos ligeiros posteriores a Janeiro de 1996 e pesados fabricados depois de Outubro desse mesmo ano.

A proibição vigora nos dias úteis, entre as 7h00 e as 21h00, mas prevê excepções, a começar pelos táxis, responsáveis por mais de metade das emissões de poluentes na Avenida da Liberdade, segundo os dados da câmara de Lisboa.

O vereador com o pelouro da Mobilidade Nunes da Silva anunciou entretanto que pretende apresentar esta semana uma proposta para dispensar os taxistas de cumprirem a segunda fase da zona de emissões reduzidas (ZER). A proibição aplicar--se-á só aos táxis com pelo menos 16 anos, que é o caso de 409 automóveis (12%) da frota de táxis licenciada em Lisboa.

Os veículos de emergência, os carros considerados históricos, os que pertencem a residentes nas zonas abrangidas e ainda os carros conduzidos por automobilistas com mobilidade reduzida são outras excepções admitidas. As ligações entre colinas não estão abrangidas por esta regra. São os casos das zonas entre a Rua das Pretas e da Praça da Alegria e ainda a Rua da Conceição.

Com mais esta proibição, a autarquia de Lisboa completa a segunda fase do programa ZER que ficará concluída em 2014. Trata-se de um “passo fundamental” para cumprir as normas ambientais europeias, reconheceu num comunicado a associação ambientalista Quercus, que contudo avisa a câmara para a urgência em adoptar outras medidas como restrições ao estacionamento, promoção do transporte público ou “planos de mobilidade das empresas com grande número de trabalhadores”. São políticas “inadiáveis”, avisa a associação, alertando para os níveis poluição (partículas inaláveis e dióxido de azoto) que se agravaram em 2010 e 2011, ultrapassando os limites impostos na legislação comunitária.

In: http://www.ionline.pt/portugal/circular-carro-velho-na-zona-central-lisboa-da-multa-20

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Fiorentina vs Sporting

Como é Sporting?!

Aceleras para a Champions ou para a Liga Europa?!

domingo, 12 de julho de 2009

Stirling Moss - Circuito da Boavista

O inglês Stirling Moss de 79 anos, participou sábado numa das corrida do Circuito da Boavista e ficou a meio da tabela (8º lugar), apesar de ser o mais veterano piloto em competição


Sir Stirling Crawford Moss ou mais conhecido como Stirling Moss (Londres, 17 /Set/1929), competiu na Fórmula 1 por vários anos e foi por quatro vezes vice-campeão.

É filho de Alfred Moss, que terminou em 14º as 500 Milhas de Indianápolis em 1924.

É considerado o maior piloto da história a nunca ter conquistado um título da Fórmula Um.

Moss competiu na chamada era de ouro da Fórmula 1, em que ainda corriam pilotos como Juan Manuel Fangio e Mike Hawthorn.

Moss venceu 194 de suas 497 corridas entre 1948 e 1962, incluindo 16 grandes prêmios de Fórmula Um.

Em 1962, Moss feriu-se num acidente em Goodwood ao volante de um Lotus. Recuperou e fez uma tentativa prematura para voltar, mas não se adaptou e aposentou-se.

Todavia e como se viu na Boavista, continua a correr com carros históricos.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

A Direcção-Geral dos Impostos vai fazer a maior venda de carros de sempre.

O Fisco está a preparar a venda de 70 mil carros penhorados para garantir o cumprimento dos objectivos de receita fiscal.
Esta é a primeira vez que se faz uma operação desta dimensão com carros penhorados.
A título de exemplo, desde 2006 foram alienados apenas 2.446 carros penhorados, segundo os dados da Direcção-Geral dos Impostos.
Trata-se de mais uma forma de acelerar o ritmo de venda dos bens penhorados de modo a atingir a meta de 1.215 milhões de euros em cobrança coerciva.

No e-mail enviado na passada segunda-feira aos directores e chefes de Finanças, afirma-se que "a existência de cerca de 70.000 veículos automóveis penhorados em execução fiscal" pode contribuir "decisivamente para a recuperação de créditos em execução fiscal e para o cumprimento dos objectivos de cobrança definidos".

Este ano, as receitas fiscais estão a cair de forma significativa, devido ao abrandamento da actividade económica, das medidas anti-crise e da antecipação dos reembolsos do IRS. Até Maio, a receita fiscal caiu 20,7%, para os 13,9 mil milhões de euros, com especial penalização para o IVA e imposto sobre as empresas (IRC).